Estes dias lendo uma revista antiga (Seleções do Reader Digest) , da epoca que era impressa em portugal e enviada ao Brasil, achei este artigo que parece que foi escrito por um analista politico de hoje, sei que este nao é o lugar, mas senti uma enorme necessidade de compartilhar isto, pois soa mais como um desabafo, nosso, a classe que carrega este Pais a classe que não tem valor ante os olhos dos politicos que nos governam, não temos segurança nem juridica, nem social, somos tratados como bandidos, basta tomarmos por base a lei que foi sancionada proibindo a reforma de pneus de motos, são cerca de 170 reformadores que dormiram empresários e acordaram “bandidos”, pois numa canetada foram proibidos de trabalhar mas não de ter que honrar os compromissos assumidos oriundos da atividade que até a pouco tempo era legalizada e dava empregos, pagava impostos, comprava mercadorias, fazendo circular o dinheiro que até então sustentava inumeras familias.
Enfim dizia o texto:
“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa devetrabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não
precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la,
e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena
trabalhar para sustentar a primeira metade.
Então, chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”
(Adrian Rogers, 1931).
Enfim pensem nisto na hora de votar


, quer seja, na reforma de pneus , quer seja no aproveitamento, de madeiras usadas remanescente de embalagens ou obras, ou ainda madeira provenientes de reflorestamento, pelo qual pagamos a reposição florestal, cujo certificado aparece ao lado.