Valecap Recauchutagem e Comercio de Pneus

Rede Autorizada Vipal

ARTIGO MUITO INTERESSANTE

Estes dias lendo uma revista antiga (Seleções do Reader Digest) , da epoca que era impressa em portugal e enviada ao Brasil, achei este artigo que parece que foi escrito por um analista politico de hoje, sei que este nao é o lugar, mas senti uma enorme necessidade de compartilhar isto,  pois soa mais como um desabafo, nosso, a classe que carrega este Pais a classe que não tem valor ante os olhos dos politicos que nos governam, não temos segurança nem juridica, nem social, somos tratados como bandidos, basta tomarmos por base a lei  que foi sancionada proibindo a reforma de pneus de motos, são cerca de 170 reformadores que dormiram empresários e acordaram “bandidos”, pois numa canetada foram proibidos de trabalhar mas não de ter que honrar os compromissos assumidos oriundos da atividade que até a pouco tempo era legalizada e dava empregos, pagava impostos, comprava mercadorias, fazendo circular o dinheiro que  até então sustentava inumeras familias.

Enfim dizia o texto:

“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.

Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa devetrabalhar sem receber.

O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não

precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la,

e quando esta outra metade entende  que não vale mais a pena

trabalhar para sustentar a primeira metade.

Então, chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”
(
Adrian Rogers, 1931).

Enfim pensem nisto na hora de votar

Pneus Agricolas

Cada vez mais o mercado opta pela qualidade dos pneus agricolas reformados pela Valecap, usando somente materiais de primeira linha e trabalhando com desenhos modernos, nos estamos sempre investindo em matrizes e medidas, ja sao mais de 15 medidas entra agricolas e otr, a seguir seguem as medidas que estamos produzindo com exelente aceitacao do mercado, sao elas
Agricolas: 18,4/15-38, 18,4/15-34, 18,4/15-30, 16,9/13-30, 14,9-28, 14,9-26, 14,9-24, 12,4-24

  • Terraplenagem(OTR) 1300-24, 1400-24, 15,5-24,16,9-24, 17,5-25, 19,4-24, 12/80-18, 11,5-16, 10,5-16, 11l-16.
    Com um prazo de entrega reduzido. Contate-nos e comprove.

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  • INMETRO – No 0205

    Mais uma vez, saimos na frente aqui no Vale do Paraiba,estamos certificados pelo INMETRO para reformar pneus de Passeio, tanto a frio quanto a quente. Somos tambem a reformadora que faz Pneus Agricola e Terraplenagem, alem de Carga, Industrial e Off Road. O INMETRO atestou a qualidade que nossos parceiros ja conhecem. Por estas e outras é inmetro que nosso slogan é  : Qualidade Para Voce Rodar Tranquilo

    Caminhoneiro pode ser preso por carga pesada

    Fonte:   A Gazeta ES – 06/07/2010

    O caminhoneiro que transporta rocha ornamental e for flagrado com excesso de peso vai responder por crime na Justiça, cuja pena estipulada varia de seis meses a um ano de detenção.Desde o fim de junho, o Ministério Público do Estado reconhece que o peso extra de carga expõe representa risco para a vida e saúde das pessoas.“A Polícia Rodoviária Federal (PRF) entendia que transportar muita carga, acima do permitido em lei, é crime. Agora, após o MP recomendar que seja lavrado um termo circunstanciado nesses casos, fica mais fácil punir o condutor do caminhão irregular”, avalia o inspetor Emanuel Oliveira, chefe do Núcleo de Comunicação da PRF. Com o termo circunstanciado, o motorista deve comparecer ao juiz da cidade onde foi flagrado com a irregularidade cerca de 15 a 30 dias depois do fato. “Ele responderá ao artigo 132, ao expor a vida ou a saúde de outra pessoa à perigo real e iminente”, explica o inspetor. A punição veio junto com outras mudanças na fiscalização de transporte de cargas ornamentais. O Conselho Nacional de Trânsito publicou novas regras sobre o serviço. Agora, carga e veículo não podem ultrapassar 56 toneladas. O transporte de rochas, inteiras, ou em chapas serradas, como granito e mármore, poderão ser feitas, agora, dentro de contêineres. Além disso, todos os equipamentos devem passar por uma verificação da qualidade do material para obter a certificação de segurança veicular. Os caminhões devem ser adaptados em, no máximo doze meses. Acima do p eso – 454 veículos. É o número de caminhões que foram flagrados pela PRF, no 1º semestre de 2010, com 3 mil toneladas a mais de rochas ornamentais em relação ao que a lei permite. Condutor terá de fazer curso específico – Além de ficar atento com a nova lei e, principalmente, com o excesso de peso transportado, o caminhoneiro ainda terá que fazer um curso especial sobre o transporte de rochas ornamentais. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) também publicou, no último dia 24, a resolução de número 168, exigindo a formação especial para esses condutores. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a nova exigência já está valendo. “Se o condutor for flagrado sem ter essa formação especial ele poderá ser multado e ainda terá a viagem interrompida”, frisa o inspetor Emanuel Oliveira, chefe do Núcleo de Comunicação da PRF.

    Voce Sabia.

    • Que recauchutagem e a reposição da banda de rodagem desgastada pelo uso
    • Que é uma pratica mundial, como forma de evitar o desperdício
    • Emprega 25% do material utilizado na produção de um pneu novo
    • O Brasil e o segundo mercado mundial: os Estados Unidos é o primeiro
    • Entre empregos diretos e indiretos geram mais de 205.000 postos de trabalho.
    • Possui rendimento kilométrico semelhante ao de um pneu novo, com custo 75% menor para o consumidor e proporciona redução de 57% no custo/km.
    • A reforma repõe ao mercado mais de 7,5 milhões de pneus da linha caminhão/ônibus, enquanto a indústria de pneus novos repõe 5 milhões.
    • Proporciona uma economia ao setor de transportes em torno de 5,6 bilhões de reais /ano
    • A economia de 57 litros de petróleo por pneu reformado na linha de caminhão/ônibus e de 17 litros para a linha de automóvel, gera uma economia total de 500 milhões de litros/ano.
    • Gera para o setor uma receita de R$ 4 bilhões/ano (equipamentos, reforma de pneus e matéria-prima)
    • Até os aviões comerciais usam pneus reformados
    • Lá na Europa é considerada uma “indústria verde” e conta com incentivos para sua instalação, e aqui “…”.
    • Que a economia gerada pela reforma de pneus por ano equivale a 798 milhões de litros de óleo diesel, que é suficiente para abastecer a frota de ônibus de São Paulo (14.780 ônibus )   DURANTE 2 ANOS.

     

                ABR- Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus

             Fonte:  Tecnologias utilizadas para a reutilização, reciclagem e valorização energética de pneus no Brasil
    Carlos Alberto F. Lagarinhos, Jorge Alberto Tenório
    Vol.: v.18 n.2

     

    ARVIP – Associação Nacional dos Reformadores Vipal

    arvipApós cerca de tres anos de reuniões, muita preseverança, fundamos a ARVIP-Associação Nacional dos Reformadores Vipal, o trabalho começa agora, a integração que se vislumbra entre os associados é de dar orgulho, estamos engatinhando, mas devido a convivencia , houve um ganho por parte de todos. Em breve estaremos dando boas noticias, esperamos em breve expandir associando reformadores de todo o Brasil, termos uma só metodologia, tanto de produção, quanto comercial, criar mecanismos que nos permitam reduzir custos, ganhar produtividade, através de feed backs que deram certo entre os associados, formar um mercado de troca e venda de maquinas, bandas, entre outras acões que nos podem ter uma lucratividade digna da importancia que temos , tanto para a economia do País quanto para a saúde do planeta 

    Carcaças Inserviveis

    No mercado brasileiro de reforma, alguns reformadores,não sei porque,tem como mania  a colocação de consertos em pneus, sem que estes sejam cobrados, e como não cobram , as vezes colocam gambiarras, que acabam por danificar a carcaça. O que é um terrivel erro, vejamos o outro lado da situação. Quando chega em nossa empresa uma carcaça de qualidade, isto é, sem consertos; nosso trabalho é, raspa-la , dar cola, e aplicar a banda em cima, e, colocar a mesma para vulcanizar.  Já quando chega uma carcaça, com furos, se nós não aplicarmos um conserto, dimensionado de acordo com o dano, um patrimonio de cerca de R$ 400,00 (que é o valor de mercado de uma carcaça 295/80R22,5 ) torna-se imprestável. Ao passo,  que se aplicarmos um conserto,  que usa material que nós compramos, hora/homem  de serviços, que nós pagamos, nós recuperamos um patrimono de R$ 400,00 reais,  por cerca de R$ 30,00 ou R$ 40,00 em média, reformamos este patrimonio, e, o nosso cliente , ainda economiza cerca de R$  1100,00, que é, o que ele teria que desembolsar para substituir este pneu por um novo. Portanto meus amigos, parceiros e clientes, caso um pneu seu chegue até voce com um conserto, tenha certeza que voce esta pagando pela recuperação de uma carcaça que era até então inservivel, e que nós, seguindo as normas da ABNT estamos lhe devolvendo seu patrimonio reformado e ressucitado, pense nisso.

    Mais uma VITÓRIA da nossa Associação (ABR)

    PNEUS REFORMADOS DE AUTOMÓVEL  

     O RESULTADO DA PROATIVIDADE DA DEFESA

     

    No dia 14 de dezembro a ABR recebeu Ofício do INMETRO, despachado no dia 04 do mesmo mês atestando efeito favorável aos associados ABR.  

    ABR, desde o ano de 2007, vem buscando,por meio de processo judicial, o direito dos reformadores de pneus de passeio serem avaliados pelo mecanismo de “certificação” junto aos organismos acreditados pelo INMETRO, tanto quanto é garantido aos fabricantes de pneus novos, para, assim, após serem aprovados nesse processo, poderem utilizar o selo de identificação da conformidade relativo à “certificação”. E, no mês de julho de 2009, foi proferida e publicada sentença do Exmo. Juiz Federal da 14ª Vara do Rio de Janeiro que, no referido processo movido pela ABR contra o INMETRO, atendeu ao pedido da Associação para que seja retomado o procedimento de “certificação” de pneus reformados de passeio em detrimento de ‘mero’  “registro”  

    O Exmo. Juiz, no caso, em conformidade com a argumentação apresentada pela ABR, declarou a ilegalidade/nulidade da Portaria INMETRO 252/06, determinando que volte a vigorar a Portaria INMETRO 13/04. Com isso, determinou ao INMETRO que disponibilize o mecanismo de “certificação” para os pneus reformados de passeio, nos termos como disciplinado pela Portaria 13/04, afastando por completo o Regulamento de Avaliação de Conformidade de pneus reformados de passeio estabelecido pela Portaria 252/06, que previa o mecanismo de “registro”.  

    Segundo consta do Ofício do INMETRO, somente as empresas associadas da ABR terão o direito de uso do selo de identificação da conformidade relativo à “certificação”, com todos os benefícios daí decorrentes,direito este que, anteriormente, apenas era concedido aos fabricantes de pneus novos. Agora, portanto, os associados da ABR possuem o benefício de obter o selo de identificação da conformidade relativo à “certificação”  

    A vitória ainda não está consolidada, mas a ABR já deu um grande passo para isso. 

     

    ABR – Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus

    “Na nossa modesta opinião nada mais justo ser certificado, uma vez que passamos pelo mesmo tipo de teste, que é  efetuado no pneus novo. “

     

    “Consumidor Legal”

    Recebemos do Secretário do Meio Ambiente, o Certificado de Reposiçao Florestal, referente ao ano de 2008, é mais um esforço da Valecap  de valorizar a natureza da sua operação, pois, nossa atividade é eminietemente recicladoraconsumidor-legal, quer seja, na reforma de pneus , quer seja no aproveitamento, de madeiras usadas remanescente de embalagens ou obras, ou ainda madeira provenientes de reflorestamento, pelo qual pagamos a reposição florestal, cujo certificado aparece ao lado.

    Respeite, Recicle, Recauchute, o Planeta Agradece

    É para isto, que serve uma associação

    Mais uma vez,  os “poderosos” tentaram jogar suas responsabilidades para os reformadores, mas, graças a atuação da ABR (associação brasileira do segmento de reforma de pneus),  que, se fez  presente e atuante, e, despachou a conta para quem de direito. Aqui, abro um parenteses, e, convido a todos a dar uma olhada no site da ABR ( www.abr.org.br ), e, ver como é importante para o meio ambiente e para a sociedade o nosso negócio Segue abaixo  a notícia  que  relata a resolução do CONAMA:

    O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (CONAMA) aprovou, no dia 03 de setembro de 2009, texto de Resolução substitutivo da Resolução CONAMA nº 258/99, que disciplina a obrigação de destinação ambientalmente adequada de pneus inservíveis pelas empresas fabricantes e importadoras de pneus.

    Referido texto resultou de trabalhos desenvolvidos por Câmara Técnica do setor junto ao CONAMA, com ampla participação de representantes da ABR – Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus.

    Restou consolidado, no texto aprovado, que a responsabilidade pela coleta e destinação dos pneus inservíveis é dos fabricantes e importadores de pneus novos (que terão que destinar um pneu inservível para cada pneu colocado no mercado), excluindo-se os reformadores, pois estes já desenvolvem atividade que contribui para a preservação ambiental, tendo em vista que promovem a extensão da vida útil de pneus usados.

    Nesse sentido, firmou-se que somente os fabricantes e os importadores de pneus novos geram o aumento do número de pneus no Brasil, não contribuindo em nada, para tanto, os reformadores, o que justifica a sua exclusão de responsabilidade.

    Tentou-se, em determinados momentos, inserir as empresas reformadoras entre os pontos de coleta de pneus inservíveis, o que lhes geraria a responsabilidade pelo armazenamento e transporte desses inservíveis, com custos e ônus de natureza ambiental para os reformadores. Entretanto, por atuação da ABR, essas obrigações, entre outras que tentaram impor aos reformadores, não foram aprovadas pelo Plenário do CONAMA, que concluiu que as obrigações efetivamente deveriam ser impostas somente aos fabricantes e importadores de pneus novos.

    O texto aprovado deverá ser publicado nos próximos dias, no Diário Oficial da União, e terá vigência a partir da data da sua publicação.