jul 02
  • Que recauchutagem e a reposição da banda de rodagem desgastada pelo uso
  • Que é uma pratica mundial, como forma de evitar o desperdício
  • Emprega 25% do material utilizado na produção de um pneu novo
  • O Brasil e o segundo mercado mundial: os Estados Unidos é o primeiro
  • Entre empregos diretos e indiretos geram mais de 205.000 postos de trabalho.
  • Possui rendimento kilométrico semelhante ao de um pneu novo, com custo 75% menor para o consumidor e proporciona redução de 57% no custo/km.
  • A reforma repõe ao mercado mais de 7,5 milhões de pneus da linha caminhão/ônibus, enquanto a indústria de pneus novos repõe 5 milhões.
  • Proporciona uma economia ao setor de transportes em torno de 5,6 bilhões de reais /ano
  • A economia de 57 litros de petróleo por pneu reformado na linha de caminhão/ônibus e de 17 litros para a linha de automóvel, gera uma economia total de 500 milhões de litros/ano.
  • Gera para o setor uma receita de R$ 4 bilhões/ano (equipamentos, reforma de pneus e matéria-prima)
  • Até os aviões comerciais usam pneus reformados
  • Lá na Europa é considerada uma “indústria verde” e conta com incentivos para sua instalação, e aqui “…”.
  • Que a economia gerada pela reforma de pneus por ano equivale a 798 milhões de litros de óleo diesel, que é suficiente para abastecer a frota de ônibus de São Paulo (14.780 ônibus )   DURANTE 2 ANOS.

 

            ABR- Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus

         Fonte:  Tecnologias utilizadas para a reutilização, reciclagem e valorização energética de pneus no Brasil
Carlos Alberto F. Lagarinhos, Jorge Alberto Tenório
Vol.: v.18 n.2

 

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mar 03

No mercado brasileiro de reforma, alguns reformadores,não sei porque,tem como mania  a colocação de consertos em pneus, sem que estes sejam cobrados, e como não cobram , as vezes colocam gambiarras, que acabam por danificar a carcaça. O que é um terrivel erro, vejamos o outro lado da situação. Quando chega em nossa empresa uma carcaça de qualidade, isto é, sem consertos; nosso trabalho é, raspa-la , dar cola, e aplicar a banda em cima, e, colocar a mesma para vulcanizar.  Já quando chega uma carcaça, com furos, se nós não aplicarmos um conserto, dimensionado de acordo com o dano, um patrimonio de cerca de R$ 400,00 (que é o valor de mercado de uma carcaça 295/80R22,5 ) torna-se imprestável. Ao passo,  que se aplicarmos um conserto,  que usa material que nós compramos, hora/homem  de serviços, que nós pagamos, nós recuperamos um patrimono de R$ 400,00 reais,  por cerca de R$ 30,00 ou R$ 40,00 em média, reformamos este patrimonio, e, o nosso cliente , ainda economiza cerca de R$  1100,00, que é, o que ele teria que desembolsar para substituir este pneu por um novo. Portanto meus amigos, parceiros e clientes, caso um pneu seu chegue até voce com um conserto, tenha certeza que voce esta pagando pela recuperação de uma carcaça que era até então inservivel, e que nós, seguindo as normas da ABNT estamos lhe devolvendo seu patrimonio reformado e ressucitado, pense nisso.

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set 12

Mais uma vez,  os “poderosos” tentaram jogar suas responsabilidades para os reformadores, mas, graças a atuação da ABR (associação brasileira do segmento de reforma de pneus),  que, se fez  presente e atuante, e, despachou a conta para quem de direito. Aqui, abro um parenteses, e, convido a todos a dar uma olhada no site da ABR ( www.abr.org.br ), e, ver como é importante para o meio ambiente e para a sociedade o nosso negócio Segue abaixo  a notícia  que  relata a resolução do CONAMA:

O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (CONAMA) aprovou, no dia 03 de setembro de 2009, texto de Resolução substitutivo da Resolução CONAMA nº 258/99, que disciplina a obrigação de destinação ambientalmente adequada de pneus inservíveis pelas empresas fabricantes e importadoras de pneus.

Referido texto resultou de trabalhos desenvolvidos por Câmara Técnica do setor junto ao CONAMA, com ampla participação de representantes da ABR – Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus.

Restou consolidado, no texto aprovado, que a responsabilidade pela coleta e destinação dos pneus inservíveis é dos fabricantes e importadores de pneus novos (que terão que destinar um pneu inservível para cada pneu colocado no mercado), excluindo-se os reformadores, pois estes já desenvolvem atividade que contribui para a preservação ambiental, tendo em vista que promovem a extensão da vida útil de pneus usados.

Nesse sentido, firmou-se que somente os fabricantes e os importadores de pneus novos geram o aumento do número de pneus no Brasil, não contribuindo em nada, para tanto, os reformadores, o que justifica a sua exclusão de responsabilidade.

Tentou-se, em determinados momentos, inserir as empresas reformadoras entre os pontos de coleta de pneus inservíveis, o que lhes geraria a responsabilidade pelo armazenamento e transporte desses inservíveis, com custos e ônus de natureza ambiental para os reformadores. Entretanto, por atuação da ABR, essas obrigações, entre outras que tentaram impor aos reformadores, não foram aprovadas pelo Plenário do CONAMA, que concluiu que as obrigações efetivamente deveriam ser impostas somente aos fabricantes e importadores de pneus novos.

O texto aprovado deverá ser publicado nos próximos dias, no Diário Oficial da União, e terá vigência a partir da data da sua publicação.

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