Após cerca de tres anos de reuniões, muita preseverança, fundamos a ARVIP-Associação Nacional dos Reformadores Vipal, o trabalho começa agora, a integração que se vislumbra entre os associados é de dar orgulho, estamos engatinhando, mas devido a convivencia , houve um ganho por parte de todos. Em breve estaremos dando boas noticias, esperamos em breve expandir associando reformadores de todo o Brasil, termos uma só metodologia, tanto de produção, quanto comercial, criar mecanismos que nos permitam reduzir custos, ganhar produtividade, através de feed backs que deram certo entre os associados, formar um mercado de troca e venda de maquinas, bandas, entre outras acões que nos podem ter uma lucratividade digna da importancia que temos , tanto para a economia do País quanto para a saúde do planeta
Lembramos a todos, que já estamos recauchutando pneus da linha agrícola e terraplenagem. Estas são alguma medidas, de pneus agrícolas que reformamos : 12.4/11×24 - 14.9/13×24 - 14.9/13×28 - 14.9/13×26 - 18.4/15×30 - 18.4/15×34 - 18.4/15×38 .
E estas são algumas das medidas de terraplenagem: 1300×24 - 15,5×24 - 17,5×24 -1400×24 - 17,5 x25 - 19,5×24 .
E em breve 1600×25 e 20,5 x25. Lembrando sempre que, trabalhamos com matéria prima da Borrachas Vipal, da qual somos Reformador Master, e, somos a única reformadora autorizada Vipal do Vale do Paraiba a reformar Pneus Agrícolas e de Terraplenagem 
Ao ver um pneu pronto, a maioria das pessoas não imagina a complexidade escondida debaixo de sua superfície de borracha. Os pneus possuem diversos componentes, que contêm diversas partes, tipos de aços e de compostos de borracha.
A maioria das partes do pneu é feita por meio de calandragem (compressão da borracha através de rolos) ou extrusão (compressão da borracha através de moldes que dão formato aos componentes). Veja o raio X de um pneu radial, por exemplo:
Banda de rodagem (1): parte do pneu que entra em contato com o solo.
Sulcos (2): cavidades que recortam a superfície da banda de rodagem longitudinal e/ou transversalmente, definindo o seu desenho.
Ombros (3): partes do pneu entre a banda de rodagem e os flancos.
Lona(s) ou cinta(s) de proteção (4): parte exterior da estrutura resistente do pneu, que tem a finalidade de proteger as lonas/cintas de trabalho.
Lonas ou cintas de trabalho (5): parte exterior da estrutura resistente do pneu radial que tem a finalidade de estabilizar o pneu.
Revestimento interno (6): toda a superfície interna do pneu, constituída de componentes de borracha que tem a função de proteção.
Lona carcaça (7): parte interior da estrutura resistente do pneu cujos cordonéis estendem-se de um talão a outro.
Flancos ou lateral (8): partes do pneu compreendidas entre os limites da banda de rodagem e os talões, também conhecido como flanco costado.
Cordão ou filete de centragem (9): linha em relevo próxima da área dos talões que tem a finalidade de indicar visualmente a correta centralização do pneu no aro.
Talões (10): partes do pneu que entram em contato com o aro, garantindo a sua fixação ao mesmo (na Figura o talão da direita é de um pneu sem câmara).
Aro do talão (11): elemento metálico interno do talão.
Carcaça: estrutura resistente formada por um conjunto de lonas e eventuais cintas de proteção ou de trabalho.
Cordonéis: elementos metálicos ou têxteis retorcidos que constituem a carcaça e dão resistência às lonas e cintas.
fonte: www.pneuseguro.com.br



