jun 10

arvipApós cerca de tres anos de reuniões, muita preseverança, fundamos a ARVIP-Associação Nacional dos Reformadores Vipal, o trabalho começa agora, a integração que se vislumbra entre os associados é de dar orgulho, estamos engatinhando, mas devido a convivencia , houve um ganho por parte de todos. Em breve estaremos dando boas noticias, esperamos em breve expandir associando reformadores de todo o Brasil, termos uma só metodologia, tanto de produção, quanto comercial, criar mecanismos que nos permitam reduzir custos, ganhar produtividade, através de feed backs que deram certo entre os associados, formar um mercado de troca e venda de maquinas, bandas, entre outras acões que nos podem ter uma lucratividade digna da importancia que temos , tanto para a economia do País quanto para a saúde do planeta 

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mar 03

No mercado brasileiro de reforma, alguns reformadores,não sei porque,tem como mania  a colocação de consertos em pneus, sem que estes sejam cobrados, e como não cobram , as vezes colocam gambiarras, que acabam por danificar a carcaça. O que é um terrivel erro, vejamos o outro lado da situação. Quando chega em nossa empresa uma carcaça de qualidade, isto é, sem consertos; nosso trabalho é, raspa-la , dar cola, e aplicar a banda em cima, e, colocar a mesma para vulcanizar.  Já quando chega uma carcaça, com furos, se nós não aplicarmos um conserto, dimensionado de acordo com o dano, um patrimonio de cerca de R$ 400,00 (que é o valor de mercado de uma carcaça 295/80R22,5 ) torna-se imprestável. Ao passo,  que se aplicarmos um conserto,  que usa material que nós compramos, hora/homem  de serviços, que nós pagamos, nós recuperamos um patrimono de R$ 400,00 reais,  por cerca de R$ 30,00 ou R$ 40,00 em média, reformamos este patrimonio, e, o nosso cliente , ainda economiza cerca de R$  1100,00, que é, o que ele teria que desembolsar para substituir este pneu por um novo. Portanto meus amigos, parceiros e clientes, caso um pneu seu chegue até voce com um conserto, tenha certeza que voce esta pagando pela recuperação de uma carcaça que era até então inservivel, e que nós, seguindo as normas da ABNT estamos lhe devolvendo seu patrimonio reformado e ressucitado, pense nisso.

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ago 19

Pouca gente sabe, mas existem três tipos de reformas de pneus, a Recapagem, a Recauchutagem e a Remoldagem. Veremos qual a diferença entre elas:

Recapagem: A recapagem nada mais é do que a substituição da banda de rodagem (parte do pneu que entra em contato com o solo). Este processo é o mais utilizado pelos reformadores do Brasil. Neste processo, é realizado a recapagem à frio, através da aplicação do pré moldado (banda já pronta para a aplicação na carcaça, em uma temperatura de 110ºC) e a recapagem à quente, através da aplicação do camelback (banda ainda “crua” e sem o desenho, que será moldado através do molde em uma temperatura de 150ºC).

Recauchutagem: No processo de recauchutagem, são substituídas a banda de rodagem e os ombros da carcaça, através da aplicação do camelback, através do processo de reforma à quente, na mesma temperatura da recapagem à quente, 150ºC.

Remoldagem: Na remoldagem, ou “remold”, são substituídas a banda de rodagem, os ombros e as laterais da carcaça, através da aplicação do camelback, com temperatura semelhante do processo de recapagem e recauchutagem à quente. Este processo também é conhecido como talão a talão.

Todos estes processos são realizados aqui no Brasil e seguem o mesmo padrão de reforma dos EUA e países desenvolvidos da Europa. O Brasil é o segundo país que mais reforma pneus no mundo, perdendo apenas para os EUA. Reformar pneus também significa economizar petróleo, pois para se reformar um pneu é utilizado, em média, 1/3 da quantidade de petróleo usada na fabricação de um pneu novo.

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